• Apresentação Literária: Cultura(s) Organizacional(ais) da Universidade Pública de Angola
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Conferência

A Direcção do Instituto Superior Politécnico Sol Nascente tem o prazer de comunicar a todos os professores, estudantes e a comunidade académica em geral, que no dia 21 de Março de 2015, a partir das 09H00 terá lugar nas suas instalações, uma conferência em alusão ao mês da mulher cujo lema é:

 «URGÊNCIAS CARDIOVASCULARES DURANTE A GRAVIDEZ MANOBRA PRÁTICA»

Orador convidado:
Genner Fadragas Clavelo Especialista e Ph.D em Cardiologia com a participação do chefe do departamento de saúde pública em representação do director provincial de saúde, Doutor Almeida Chitungo.

 

 

 

Lançamento de Livro

O Instituto Superior Politécnico Sol Nascente tem a Honra de anunciar a visita e a participação do General Kundi Paihama no lançamento do Livro do Prof. Doutor Tuca Manuel, Sábado 28 de Março às 9h no Anfiteatro.


«CULTURA (S) ORGANIZACIONAL (AIS) DA UNIVERSIDADE PÚBLICA DE ANGOLA»
Do autor: TUCA MANUEL

Apresentador do evento: Prof. Doutor Tuca Manuel com a participação do Magnífico Reitor da Universidade José Eduardo dos Santos, Prof. Doutor Cristóvão Simões


Livro - Cultura Organizacional da Universidade Pública de Angola



Actividades 2015

Com o final do ano lectivo de 2014 no Instituto Superior Politécnico Sol Nascente, chegou o momento de apresentarmos algumas das actividades planificadas para 2015, numa diversidade de temáticas que abarcam os vários departamentos institucionais:

 

1. Primeiras Jornadas Científicas - Valorização da divulgação científica nacional, por um lado e a divulgação científica do Centro de Investigação Científica Sol Nascente (CISN), por outro. Irá unir alunos, professores e coomunidade académica em geral.

 

2. Conferência Cultura - Debate sobre o conceito de cultura, sob diferentes perspectivas e olhares. O Professor Doutor Mários Reis da Universidade Katiavala será um dos convidados a marcar presença.

 

3. 3ª Edição do Simpósio de estudos clássicos - no seguimento dos últimos dois simpósios, será organizado um novo simpósio em Outubro.

 

4. Simpósio de Saúde - Proporcionar espaço de troca de experiências e partilha de conhecimentos sobre a realidade desta temática.

 

5. Prémio Sol Cultura - Promoção e Valorização da Cultura e Artes Angolana, nas suas diferentes vertentes.

 

 

 

Call for Papers

O Centro de Investigação Sol Nascente anuncia o próximo call for papers para a sua revista cientifica, com data limite até ao próximo dia 15 de Março de 2015. 

As normas devem respeitar as seguintes regras:

1. Os artigos podem ser escritos em português, inglês, espanhol e francês.

2. Têm que ser inéditos e não ter mais do que 20 páginas, com notas de rodapé incluídas. 

2. O formato da letra é Times New Roman, 12, justificado e com 1,5 de espaço. 

 

 

 

 

 

 

 

Reconhecimento ISPSN

ISPSN E O RECONHECIMENTO DE UM TRABALHO CIENTIFICO DE QUALIDADE
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”.


África produz apenas 1% de investigação científica no mundo

19 de Fevereiro de 2014

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou, António Marques,  vice-reitor da Universidade do Porto em Portugal,”Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento”, entretanto face a isso qual a estratégia do governo angolano, apostar na quantidade esquecendo-se da qualidade senão vejamos segundo jornal de Angola “”…O governo pretende preparar, até 2020, cerca de 250  cientistas e engenheiros pesquisadores em vários ramos do conhecimento, no quando do Plano Nacional de Formação de Quadros (PNFQ). O ministério deve formar 180 doutores até 2020, sendo 20 investigadores em cada uma das áreas de incidência, excepto os investigadores docentes, nomeadamente agricultura e pescas, telecomunicações, transportes, petróleo e gás, saúde, recursos hídricos e energia. O país vai especializar em ciências biológicas 48, engenharia civil 77, nanotecnologia 16, engenharia médica três, engenharia electrónica 100, engenharia mecânica 17, engenharia de materiais três, tecnologia ambiental 24 e biotecnologia industrial quatro, entre outras áreas. A área de geografia económica e social necessita de 14 investigadores, ciências comunicação 13, história e arqueologia 55, línguas e literatura 10, filosofia, ética e religião 40, apontando a formação de 1.858 investigadores.
O Executivo tem como meta, até 2015, atingir 1,6 milhões de quadros superiores, como resultado da aplicação do Programa de Acção 2013-2014…” é tudo em grande e os resultados estão a vista,como de resto em quase tudo que envolve educação em Angola , quantidade e qualidade estão seriamente comprometidas, do básico ao universitário,um exemplo são os efeitos danosos da má qualidade da formação  universitária, agravados pela proliferação desmedida das universidades e cursos no país….(Comentário CAI)
Esta é uma lista das universidades e instituições de ensino superior em Angola, ordenadas por ordem alfabética:
•Escola Superior Agrária do Kwanza-Sul
•Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais privado, Luanda
•Instituto Superior Dom Bosco
•Instituto Superior João Paulo II privado, Luanda
•Instituto Superior Politécnico do Cazenga público, Luanda
•Instituto Superior Politécnico de Benguela privado, Benguela
•Instituto Superior Politécnico do Huambo público, Huambo
•Instituto Superior Politécnico Sol Nascente [1] privado, Huambo .
•Instituto de Relações Internacionais público, Luanda
•Instituto Técnico de Angola
•Universidade 11 de Novembro pública, Huambo
•Universidade Agostinho Neto pública, Luanda
•Universidade Católica de Angola privada, Luanda
•Universidade de Belas privada, Luanda
•Universidade Gregório Semedo privada, Luanda
•Universidade Independente de Angola privada, Luanda
•Universidade Jean Piaget de Angola privada (portuguesa), Luanda e Benguela
•Universidade José Eduardo dos Santos pública, Huambo
•Universidade Katyavala Bwila pública, Benguela e Sumbe
•Universidade Kimpa Vita pública, Uíge
•Universidade Lueji A’Nkonde pública, Malanje
•Universidade Mandume ya Ndemufayo pública, Lubango
•Universidade Lusíada de Angola privada (portuguesa), Luanda
•Universidade Metodista de Angola privada, Luanda
•Universidade Metropolitana privada, Luanda
•Universidade Nova de Angola privada, Luanda
•Universidade Óscar Ribas privada, Luanda
•Universidade Privada de Angola (antigo Instituto Superior
Privado de Angola) Luanda, Lubango
•Universidade Técnica de Angola privada, Luanda

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

No encontro estão presentes representantes de 22 universidades europeias e dos Países ACP (África, Caraíbas e Pacífico) congregadas em torno dos Projectos Mundus ACP e do Projecto ANGLE, que visa a cooperação e mobilidade na área do Ensino Superior.
Entre os principais objectivos deste programa europeu destacam-se o enriquecimento mútuo e um melhor entendimento entre a Europa e os Países ACP através do intercâmbio de pessoas, conhecimentos e capacidades ao nível do ensino superior.
De Portugal, além da Universidade do Porto, está presente o Instituto Superior Técnico de Lisboa e da Universidade do Porto.
Além de Portugal, Cabo Verde, Angola e Moçambique, estão representadas delegações universitárias da Alemanha, Barbados, Bélgica, Camarões, Espanha, Fidji, França, Holanda, Jamaica, Madagáscar, Moçambique, Nigéria, Quénia, RDCongo, Senegal, Suécia e Trinidad e Tobago.

Fonte: Círculo Angolano Intelectual (http://www.circuloangolano.com/?p=21740)

Prémio Sol Cultura

O Instituto Superior Sol Nascente comunica a todos os interessados, população em geral e, escritores, artistas e investigadores científicos, em particular, provenientes da província do Huambo, que está em curso a promoção do prémio “SOL CULTURA”.
O objectivo deste prémio é promover a produção local nos mais diferentes circuitos e incentivar os talentos oriundos da província, a apresentarem obras inéditas, nas seguintes categorias:

  • Produção científica, nas seguintes áreas: História, Antropologia, Direito, Economia, Sociologia, Saúde, Psicologia, Educação locais.
  • Literatura, nos géneros de: poesia, Romance, Ensaio, Conto e Dramaturgia.
  • Artes plásticas, nas vertentes de: Pintura, Escultura, Artesanato e Fotografia.

Os interessados ao concurso deverão consultar os detalhes do regulamento através do site www.ispsn.org ou junto da sala de leituras da Biblioteca e por intermédio do Centro de Investigação Sol Nascente localizados nas instalações do Instituto Superior Sol Nascente, na cidade baixa até Outubro do corrente ano.

Links Úteis:
Pode consultar o regulamento aqui.
Pode descarregar o Comunicado deste prémio aqui.

Contactos:

Morada: Rua Garcia da Orta, Provincia do Huambo, Angola
Telefone: 00244 941 754 511/ 00244 922 032 113
E-mail: premiosolcultura@gmail.com