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Conferência

No dia 21 de Maio decorre no Instituto Superior Politécnico Sol Nascente a conferência com o título "OS DESAFIOS DA FAMÍLIA AFRICANA PERANTE A MODERNIDADE E A GLOBALIZAÇÃO".

Os oradores convidados para o efeito serão o Professor Doutor Afonso Nkwansambo, do ISCED de Luanda e o Professor Doutor Lourenço Flaviano Kambalu, da Universidade Katiavala de Benguela. A moderação ficará a cargo do Doutor David Boio.

 

Não perca!

 

Karaoke

No dia 7 de Maio o Instituto Superior Politécnico Sol Nascente apresenta um evento lúdico para todos os alunos, funcionários e professores. Uma noite de karaoke com entrada gratuita e inicio pelas 17h30, no Anfiteatro3. Uma iniciativa de lazer, que irá de certeza agradar a todos, quer tenham talento ou não.

 

Não perca!

 

 

 

 

Call For Papers

O Centro de Investigação Sol Nascente do ISPSN tem o prazer de anunciar a data do novo call for papers da revista de investigação. A data limite será até 30 de Junho de 2016 e deverá ser enviada para os seguintes emails: ines.morais@ispsn.org e inaciovalentim82@ispsn.org.

Conforme os números anteriores, todos os artigos enviados para análise deverão respeitar os seguintes pontos essenciais:

  • Artigos inéditos com o máximo de 20 páginas com notas de rodapé incluídas.
  • Línguas: português, inglês, espanhol ou francês.
  • Formato de Letra: Times New Roman, 12, justificado e com espaço 1,5.
  • Envio de artigo acompanhado por um abstract em português e em inglês e no mínimo três palavras-chave.

 

Novos Talentos

 O Grupo de Teatro do Colectivo de Artes do Instituto Superior Politécnico Sol Nascente iniciou um novo processo de selecção de novos elementos. Nesse sentido, todos os alunos que tenham um interesse particular em teatro, mesmo sem qualquer experiência, poderão dirigir-se à Biblioteca do Instituto para mais informações.
Adicionalmente, anunciamos a nova peça a ser apresentada futuramente pelo grupo. Com data ainda por anunciar, o título é Melancolia e promete ser mais um projecto de qualidade, onde as artes serão homenageadas na sua plenitude. Não perca!

 

Inscrições 2016

As inscrições para o ano lectivo 2016 abrem no dia 4 de Janeiro. Decorrerão no Anfiteatro nº1 do ISPSN. O Instituto Superior Politécnico Sol Nascente tem uma oferta formativa de 10 cursos nas áreas da saúde, ciências sociais e humanas, direito, economia e finanças:

Enfermagem
Cardiopneumologia
Sociologia
Direito
História e Didáctica
Psicologia e Didáctica
Ciências Políticas e Relações Internacionais
Economia
Gestão de Recursos Humanos
Contabilidade e Finanças

Para mais informações, envia-nos as tuas perguntas através deste formulário ou contacta-nos por telefone: 921890039 | 993147608.

ISPSN - Inscrições 2016

Reconhecimento ISPSN

ISPSN E O RECONHECIMENTO DE UM TRABALHO CIENTIFICO DE QUALIDADE
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”.


África produz apenas 1% de investigação científica no mundo

19 de Fevereiro de 2014

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou, António Marques,  vice-reitor da Universidade do Porto em Portugal,”Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento”, entretanto face a isso qual a estratégia do governo angolano, apostar na quantidade esquecendo-se da qualidade senão vejamos segundo jornal de Angola “”…O governo pretende preparar, até 2020, cerca de 250  cientistas e engenheiros pesquisadores em vários ramos do conhecimento, no quando do Plano Nacional de Formação de Quadros (PNFQ). O ministério deve formar 180 doutores até 2020, sendo 20 investigadores em cada uma das áreas de incidência, excepto os investigadores docentes, nomeadamente agricultura e pescas, telecomunicações, transportes, petróleo e gás, saúde, recursos hídricos e energia. O país vai especializar em ciências biológicas 48, engenharia civil 77, nanotecnologia 16, engenharia médica três, engenharia electrónica 100, engenharia mecânica 17, engenharia de materiais três, tecnologia ambiental 24 e biotecnologia industrial quatro, entre outras áreas. A área de geografia económica e social necessita de 14 investigadores, ciências comunicação 13, história e arqueologia 55, línguas e literatura 10, filosofia, ética e religião 40, apontando a formação de 1.858 investigadores.
O Executivo tem como meta, até 2015, atingir 1,6 milhões de quadros superiores, como resultado da aplicação do Programa de Acção 2013-2014…” é tudo em grande e os resultados estão a vista,como de resto em quase tudo que envolve educação em Angola , quantidade e qualidade estão seriamente comprometidas, do básico ao universitário,um exemplo são os efeitos danosos da má qualidade da formação  universitária, agravados pela proliferação desmedida das universidades e cursos no país….(Comentário CAI)
Esta é uma lista das universidades e instituições de ensino superior em Angola, ordenadas por ordem alfabética:
•Escola Superior Agrária do Kwanza-Sul
•Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais privado, Luanda
•Instituto Superior Dom Bosco
•Instituto Superior João Paulo II privado, Luanda
•Instituto Superior Politécnico do Cazenga público, Luanda
•Instituto Superior Politécnico de Benguela privado, Benguela
•Instituto Superior Politécnico do Huambo público, Huambo
•Instituto Superior Politécnico Sol Nascente [1] privado, Huambo .
•Instituto de Relações Internacionais público, Luanda
•Instituto Técnico de Angola
•Universidade 11 de Novembro pública, Huambo
•Universidade Agostinho Neto pública, Luanda
•Universidade Católica de Angola privada, Luanda
•Universidade de Belas privada, Luanda
•Universidade Gregório Semedo privada, Luanda
•Universidade Independente de Angola privada, Luanda
•Universidade Jean Piaget de Angola privada (portuguesa), Luanda e Benguela
•Universidade José Eduardo dos Santos pública, Huambo
•Universidade Katyavala Bwila pública, Benguela e Sumbe
•Universidade Kimpa Vita pública, Uíge
•Universidade Lueji A’Nkonde pública, Malanje
•Universidade Mandume ya Ndemufayo pública, Lubango
•Universidade Lusíada de Angola privada (portuguesa), Luanda
•Universidade Metodista de Angola privada, Luanda
•Universidade Metropolitana privada, Luanda
•Universidade Nova de Angola privada, Luanda
•Universidade Óscar Ribas privada, Luanda
•Universidade Privada de Angola (antigo Instituto Superior
Privado de Angola) Luanda, Lubango
•Universidade Técnica de Angola privada, Luanda

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

No encontro estão presentes representantes de 22 universidades europeias e dos Países ACP (África, Caraíbas e Pacífico) congregadas em torno dos Projectos Mundus ACP e do Projecto ANGLE, que visa a cooperação e mobilidade na área do Ensino Superior.
Entre os principais objectivos deste programa europeu destacam-se o enriquecimento mútuo e um melhor entendimento entre a Europa e os Países ACP através do intercâmbio de pessoas, conhecimentos e capacidades ao nível do ensino superior.
De Portugal, além da Universidade do Porto, está presente o Instituto Superior Técnico de Lisboa e da Universidade do Porto.
Além de Portugal, Cabo Verde, Angola e Moçambique, estão representadas delegações universitárias da Alemanha, Barbados, Bélgica, Camarões, Espanha, Fidji, França, Holanda, Jamaica, Madagáscar, Moçambique, Nigéria, Quénia, RDCongo, Senegal, Suécia e Trinidad e Tobago.

Fonte: Círculo Angolano Intelectual (http://www.circuloangolano.com/?p=21740)