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Conferência Saúde

O ISPSN tem o prazer de convidar alunos, professores e todos os interessados em assistir à conferência com o tema "Espaço Comum, Lugares Diferentes - Relexão sobre o Papel do Médico e do Enfermeiro na Saúde". Este evento irá realizar-se no dia 8 de Agosto de 2015 no nas instalações do ISPSN a partir das 9h00.

 

 

 

 

 

 

 

 

N.º8 Revista Sol Nascente

O Centro de Investigação Sol Nascente anuncia o lançamento do n.º8 da Revista Científica Sol Nascente, que poderá ser visualizada no website do ISPSN no seguinte link http://ispsn.org/magazine.

Este número é dedicado a todos os imigrantes ilegais falecidos no mar Mediterrâneo na tentativa de travessia entre o Norte de África e a Europa.

Constítuida por quatro artigos e dois estudos, na sua maioria da área de saúde, com a participação de investigadores internos ao ISPSN e externos, nomeadamente da Universidade de Évora, Portugal e de Cabo Verde. 

 

 

 

 

Docente Convidado

O ISPSN tem o prazer de acolher o professor Ronel Alberti da Rosa, professor adjunto da Pontifícia da Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Com vista à excelência no ensino e dar uma oportunidade única aos alunos de contactar com professores estrangeiros, o ISPSN aproveita da melhor forma a parceria estabelecida com esta universidade, recebendo professores da mais elevada consideração.

 

Currículo Académico:


Ronel Alberti da Rosa (1958), natural de Porto Alegre, Brasil, é Bacharel pela Musikhochschule Köln, Alemanha, Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul com tese sobre a filosofia de Theodor Adorno e a Escola de Frankfurt e Estágio de Pesquisa na Universidade Karl Eberhard, de Tübingen (Alemanha). Atualmente, é professor adjunto da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atua na área de Estética e Teoria Crítica (Escola de Frankfurt). Realizou (2009/2010) estágio de pesquisa (Pós-doutorado) em Ética na Mídia, na Technische Universität Kaiserslautern, Alemanha

 

 

 

 


 

Call for Papers

O Centro de Investigação Sol Nascente anuncia o próximo call for papers para a sua revista cientifica, com data limite até ao próximo dia 15 de Agosto de 2015.

 

As normas devem respeitar as seguintes regras:

1. Os artigos podem ser escritos em português, inglês, espanhol e francês.

2. Têm que ser inéditos e não ter mais do que 20 páginas, com notas de rodapé incluídas. 

2. O formato da letra é Times New Roman, 12, justificado e com 1,5 de espaço. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reconhecimento ISPSN

ISPSN E O RECONHECIMENTO DE UM TRABALHO CIENTIFICO DE QUALIDADE
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”.


África produz apenas 1% de investigação científica no mundo

19 de Fevereiro de 2014

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou, António Marques,  vice-reitor da Universidade do Porto em Portugal,”Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento”, entretanto face a isso qual a estratégia do governo angolano, apostar na quantidade esquecendo-se da qualidade senão vejamos segundo jornal de Angola “”…O governo pretende preparar, até 2020, cerca de 250  cientistas e engenheiros pesquisadores em vários ramos do conhecimento, no quando do Plano Nacional de Formação de Quadros (PNFQ). O ministério deve formar 180 doutores até 2020, sendo 20 investigadores em cada uma das áreas de incidência, excepto os investigadores docentes, nomeadamente agricultura e pescas, telecomunicações, transportes, petróleo e gás, saúde, recursos hídricos e energia. O país vai especializar em ciências biológicas 48, engenharia civil 77, nanotecnologia 16, engenharia médica três, engenharia electrónica 100, engenharia mecânica 17, engenharia de materiais três, tecnologia ambiental 24 e biotecnologia industrial quatro, entre outras áreas. A área de geografia económica e social necessita de 14 investigadores, ciências comunicação 13, história e arqueologia 55, línguas e literatura 10, filosofia, ética e religião 40, apontando a formação de 1.858 investigadores.
O Executivo tem como meta, até 2015, atingir 1,6 milhões de quadros superiores, como resultado da aplicação do Programa de Acção 2013-2014…” é tudo em grande e os resultados estão a vista,como de resto em quase tudo que envolve educação em Angola , quantidade e qualidade estão seriamente comprometidas, do básico ao universitário,um exemplo são os efeitos danosos da má qualidade da formação  universitária, agravados pela proliferação desmedida das universidades e cursos no país….(Comentário CAI)
Esta é uma lista das universidades e instituições de ensino superior em Angola, ordenadas por ordem alfabética:
•Escola Superior Agrária do Kwanza-Sul
•Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais privado, Luanda
•Instituto Superior Dom Bosco
•Instituto Superior João Paulo II privado, Luanda
•Instituto Superior Politécnico do Cazenga público, Luanda
•Instituto Superior Politécnico de Benguela privado, Benguela
•Instituto Superior Politécnico do Huambo público, Huambo
•Instituto Superior Politécnico Sol Nascente [1] privado, Huambo .
•Instituto de Relações Internacionais público, Luanda
•Instituto Técnico de Angola
•Universidade 11 de Novembro pública, Huambo
•Universidade Agostinho Neto pública, Luanda
•Universidade Católica de Angola privada, Luanda
•Universidade de Belas privada, Luanda
•Universidade Gregório Semedo privada, Luanda
•Universidade Independente de Angola privada, Luanda
•Universidade Jean Piaget de Angola privada (portuguesa), Luanda e Benguela
•Universidade José Eduardo dos Santos pública, Huambo
•Universidade Katyavala Bwila pública, Benguela e Sumbe
•Universidade Kimpa Vita pública, Uíge
•Universidade Lueji A’Nkonde pública, Malanje
•Universidade Mandume ya Ndemufayo pública, Lubango
•Universidade Lusíada de Angola privada (portuguesa), Luanda
•Universidade Metodista de Angola privada, Luanda
•Universidade Metropolitana privada, Luanda
•Universidade Nova de Angola privada, Luanda
•Universidade Óscar Ribas privada, Luanda
•Universidade Privada de Angola (antigo Instituto Superior
Privado de Angola) Luanda, Lubango
•Universidade Técnica de Angola privada, Luanda

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

No encontro estão presentes representantes de 22 universidades europeias e dos Países ACP (África, Caraíbas e Pacífico) congregadas em torno dos Projectos Mundus ACP e do Projecto ANGLE, que visa a cooperação e mobilidade na área do Ensino Superior.
Entre os principais objectivos deste programa europeu destacam-se o enriquecimento mútuo e um melhor entendimento entre a Europa e os Países ACP através do intercâmbio de pessoas, conhecimentos e capacidades ao nível do ensino superior.
De Portugal, além da Universidade do Porto, está presente o Instituto Superior Técnico de Lisboa e da Universidade do Porto.
Além de Portugal, Cabo Verde, Angola e Moçambique, estão representadas delegações universitárias da Alemanha, Barbados, Bélgica, Camarões, Espanha, Fidji, França, Holanda, Jamaica, Madagáscar, Moçambique, Nigéria, Quénia, RDCongo, Senegal, Suécia e Trinidad e Tobago.

Fonte: Círculo Angolano Intelectual (http://www.circuloangolano.com/?p=21740)

Prémio Sol Cultura

O Instituto Superior Sol Nascente comunica a todos os interessados, população em geral e, escritores, artistas e investigadores científicos, em particular, provenientes da província do Huambo, que está em curso a promoção do prémio “SOL CULTURA”.
O objectivo deste prémio é promover a produção local nos mais diferentes circuitos e incentivar os talentos oriundos da província, a apresentarem obras inéditas, nas seguintes categorias:

  • Produção científica, nas seguintes áreas: História, Antropologia, Direito, Economia, Sociologia, Saúde, Psicologia, Educação locais.
  • Literatura, nos géneros de: poesia, Romance, Ensaio, Conto e Dramaturgia.
  • Artes plásticas, nas vertentes de: Pintura, Escultura, Artesanato e Fotografia.

Os interessados ao concurso deverão consultar os detalhes do regulamento através do site www.ispsn.org ou junto da sala de leituras da Biblioteca e por intermédio do Centro de Investigação Sol Nascente localizados nas instalações do Instituto Superior Sol Nascente, na cidade baixa até Outubro do corrente ano.

Links Úteis:
Pode consultar o regulamento aqui.
Pode descarregar o Comunicado deste prémio aqui.

Contactos:

Morada: Rua Garcia da Orta, Provincia do Huambo, Angola
Telefone: 00244 941 754 511/ 00244 922 032 113
E-mail: premiosolcultura@gmail.com