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Inscrições 2016

As inscrições para o ano lectivo 2016 abrem no dia 4 de Janeiro. Decorrerão no Anfiteatro nº1 do ISPSN. O Instituto Superior Politécnico Sol Nascente tem uma oferta formativa de 10 cursos nas áreas da saúde, ciências sociais e humanas, direito, economia e finanças:

Enfermagem
Cardiopneumologia
Sociologia
Direito
História e Didáctica
Psicologia e Didáctica
Ciências Políticas e Relações Internacionais
Economia
Gestão de Recursos Humanos
Contabilidade e Finanças

Para mais informações, envia-nos as tuas perguntas através deste formulário ou contacta-nos por telefone: 921890039 | 993147608.

ISPSN - Inscrições 2016

Internacionalização

 O Instituto Superior Politécnico Sol Nascente participou no II Colóquio Internacional de Ciências Sociais da Educação, que decorreu nos dias 1,2 e 3 de Outubro na Universidade do Minho, Portugal.

O ISPSN foi representado pelo investigador do Centro de Investigação Sol Nascente, Mbangula Katúmua. O paper apresentado reflectiu sobre a "Gestão das Escolas em África: Análise Comparativa do funcionamento das escolas públicas de nível secundário em Cabo Verde e África do Sul".

Para mais informações sobre esta conferência aceda ao link http://webs.ie.uminho.pt/iicicse/programa.html 

 

Palestras

Na sequência das actividades realizadas pelo Instituto Superior Politécnico sol nascente o departamento de promoção e Imagem tem vindo a realizar várias palestras de modo a ajudar os estudantes do ensino médio na escolha dos cursos a seguirem no ensino superior e analisarem as doença que assolam o pais tais como: doenças Sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência.

Realizou-se dia 5 de Setembro no Centro Pré-universitário da Caála as palestras com os seguintes temas: Métodos de estudo, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência onde participaram os lic. Venceslau Vemba. Lic. Edson Miguel e o Mestre Alexandre Hongolo. 

Eis as instituições onde foram realizadas as palestras: Magistério Primário da Ganda, Complexo Escolar do Município de Ukuma (Magistério Primário, Escola do II.º Ciclo e Escola de Saúde), Escola do II.º Ciclo Geral BG 5186. Município da Ganda, Magistério Primário do Município do Huambo (Ferraz Bomboco), Colégio Raio da Luz, Bairro São Pedro. Município do Huambo, Instituto Médio Politécnico da Ganda, Complexo Escolar do II.º Ciclo de Ensino Geral do Mungo, Centro Pré-Universitário da Caála, Escola do Segundo Ciclo Augusto Katchitiopololo. Município do Bailundo e Magistério Primário do Município do Bailundo. Fez-se também Open Day (Dia Aberto) com os estudantes da Escola Politécnica do Huambo e os alunos finalistas do Colégio Nossa Senhora da Imaculada Conceição.

 

 

 

 

 

 

 

Reconhecimento ISPSN

ISPSN E O RECONHECIMENTO DE UM TRABALHO CIENTIFICO DE QUALIDADE
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”.


África produz apenas 1% de investigação científica no mundo

19 de Fevereiro de 2014

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou, António Marques,  vice-reitor da Universidade do Porto em Portugal,”Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento”, entretanto face a isso qual a estratégia do governo angolano, apostar na quantidade esquecendo-se da qualidade senão vejamos segundo jornal de Angola “”…O governo pretende preparar, até 2020, cerca de 250  cientistas e engenheiros pesquisadores em vários ramos do conhecimento, no quando do Plano Nacional de Formação de Quadros (PNFQ). O ministério deve formar 180 doutores até 2020, sendo 20 investigadores em cada uma das áreas de incidência, excepto os investigadores docentes, nomeadamente agricultura e pescas, telecomunicações, transportes, petróleo e gás, saúde, recursos hídricos e energia. O país vai especializar em ciências biológicas 48, engenharia civil 77, nanotecnologia 16, engenharia médica três, engenharia electrónica 100, engenharia mecânica 17, engenharia de materiais três, tecnologia ambiental 24 e biotecnologia industrial quatro, entre outras áreas. A área de geografia económica e social necessita de 14 investigadores, ciências comunicação 13, história e arqueologia 55, línguas e literatura 10, filosofia, ética e religião 40, apontando a formação de 1.858 investigadores.
O Executivo tem como meta, até 2015, atingir 1,6 milhões de quadros superiores, como resultado da aplicação do Programa de Acção 2013-2014…” é tudo em grande e os resultados estão a vista,como de resto em quase tudo que envolve educação em Angola , quantidade e qualidade estão seriamente comprometidas, do básico ao universitário,um exemplo são os efeitos danosos da má qualidade da formação  universitária, agravados pela proliferação desmedida das universidades e cursos no país….(Comentário CAI)
Esta é uma lista das universidades e instituições de ensino superior em Angola, ordenadas por ordem alfabética:
•Escola Superior Agrária do Kwanza-Sul
•Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais privado, Luanda
•Instituto Superior Dom Bosco
•Instituto Superior João Paulo II privado, Luanda
•Instituto Superior Politécnico do Cazenga público, Luanda
•Instituto Superior Politécnico de Benguela privado, Benguela
•Instituto Superior Politécnico do Huambo público, Huambo
•Instituto Superior Politécnico Sol Nascente [1] privado, Huambo .
•Instituto de Relações Internacionais público, Luanda
•Instituto Técnico de Angola
•Universidade 11 de Novembro pública, Huambo
•Universidade Agostinho Neto pública, Luanda
•Universidade Católica de Angola privada, Luanda
•Universidade de Belas privada, Luanda
•Universidade Gregório Semedo privada, Luanda
•Universidade Independente de Angola privada, Luanda
•Universidade Jean Piaget de Angola privada (portuguesa), Luanda e Benguela
•Universidade José Eduardo dos Santos pública, Huambo
•Universidade Katyavala Bwila pública, Benguela e Sumbe
•Universidade Kimpa Vita pública, Uíge
•Universidade Lueji A’Nkonde pública, Malanje
•Universidade Mandume ya Ndemufayo pública, Lubango
•Universidade Lusíada de Angola privada (portuguesa), Luanda
•Universidade Metodista de Angola privada, Luanda
•Universidade Metropolitana privada, Luanda
•Universidade Nova de Angola privada, Luanda
•Universidade Óscar Ribas privada, Luanda
•Universidade Privada de Angola (antigo Instituto Superior
Privado de Angola) Luanda, Lubango
•Universidade Técnica de Angola privada, Luanda

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

ISPSN e o reconhecimento de um trabalho científico de qualidade

O vice-reitor da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou-se hoje preocupado por as universidades africanas produzirem apenas um por cento da investigação científica no mundo, instando-as a promoverem mais a ciência.
António Marques falava à imprensa à margem da abertura da 2.ª Acção de Encontros do Programa Erasmus Mundus, que decorre entre hoje e sexta-feira na Universidade de Cabo Verde (UNI-CV), na Cidade da Praia, e que conta com a participação de representantes de 22 universidades estrangeiras.
“Em África, a percentagem da produção científica, quando comparada com o resto do mundo, é só de um por cento. Por isso, o desafio que hoje o continente africano tem para promover a ciência é grande, porque sem a ciência a missão de educação não pode ser feita adequadamente”, considerou, citado pela Inforpress.
Para António Marques, as universidades são centros em que se produz conhecimento e o ensino também reflecte esse investimento, pelo que, considerou, sem investigação não há inovação nem desenvolvimento tecnológica.
Por África ser um continente com uma cultura e valores diferentes do resto do mundo, o vice-reitor da Universidade do Porto realçou o facto de as instituições superiores de África não deverem copiar valores ou experiências de outros países.
“Se África anda atrás de outros países, corre o risco de não defender adequadamente os seus próprios interesses, ou seja, o que se espera é que os africanos vejam e ouçam, mas sem nunca perderem o seu norte, que é importante para África, porque as realidades são distintas”, frisou.
António Marques disse ser com esses objectivos que o encontro de cinco dias vai “ajudar” a UNI-CV a fazer o seu próprio caminho.
“Para fazer o seu próprio caminho, uma universidade não precisa apenas de se afirmar e projectar nacionalmente. Precisa cada vez mais de fazê-lo a nível internacional, porque hoje é uma condição da própria qualidade do ensino superior e da ciência: sem abertura é mais difícil os padrões de qualidade afirmarem-se”, sublinhou.

No encontro estão presentes representantes de 22 universidades europeias e dos Países ACP (África, Caraíbas e Pacífico) congregadas em torno dos Projectos Mundus ACP e do Projecto ANGLE, que visa a cooperação e mobilidade na área do Ensino Superior.
Entre os principais objectivos deste programa europeu destacam-se o enriquecimento mútuo e um melhor entendimento entre a Europa e os Países ACP através do intercâmbio de pessoas, conhecimentos e capacidades ao nível do ensino superior.
De Portugal, além da Universidade do Porto, está presente o Instituto Superior Técnico de Lisboa e da Universidade do Porto.
Além de Portugal, Cabo Verde, Angola e Moçambique, estão representadas delegações universitárias da Alemanha, Barbados, Bélgica, Camarões, Espanha, Fidji, França, Holanda, Jamaica, Madagáscar, Moçambique, Nigéria, Quénia, RDCongo, Senegal, Suécia e Trinidad e Tobago.

Fonte: Círculo Angolano Intelectual (http://www.circuloangolano.com/?p=21740)

Actividades 2015

O Instituto Superior Politécnico Sol Nascente tem realizado várias actividades em 2015, com dois objectivos primordiais, cultivar nos estudantes uma boa reflexão sobre os assuntos sociais e ao mesmo tempo contribuir para o desenvolvimento educacional da província. Neste sentido, apresentamos as actividades realizadas neste ano lectivo: 


1. Workshop didático – metodológico dirigido aos professores para a formação integral da personalidade dos estudantes.

2. 5 de Março - Oração de Sapiência com o professor Doutor José Serra, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

  • 3. 21 de Março - lançamento do livro do Dr. Tuca Manuel “ Cultura(s) organizacional (ais) da Universidade Pública de Angola” onde participou o governador provincial General Kundi Paihama.

  • 4. 25 de Abril - Baptismo dos Caloiros.

  • 5. 16 de Maio - Conferência sobre “Neurociência e Docência“.

  • 6. 13 de Junho - Workshop de Saúde.

  •  7. 16 de Junho - Conferência sobre “O valor da participação da criança, adolescente e jovem no desenvolvimento da capacidade de pensar”.

  • 7. 4 de Julho - Apresentação do filme “Anjos e demónios” e respectivo debate.

  • 8. 25 de Julho Apresentação do filme  “Guerra Mundial Z” e respectivo debate.

  • 9. 8 de Agosto - Conferência "Espaço comum, lugares diferentes – reflexão sobre o papel do médico e do enfermeiro na saúde”. -   

  • 10. 29 Agosto - conferência sobre “A doutrina angolana de resolução de conflitos e o papel de Angola no conselho de segurança ”

  • 11, 5 de Setembro- Café Literário

  • 12. 12 de Setembro - Conferência Poder local: desafios inerentes à sua concepção e implementação

  • 13. 2 de Outubro - Apresentação académica do Livro " General Kundi Paihama uma história de batalhas e conquistas"

  • 14. 23 de Outubro - Julgamento Simulado 

Call for Papers

O Centro de Investigação Sol Nascente anuncia o próximo call for papers para a sua revista cientifica, com data limite até ao próximo dia 15 de Setembro  de 2015.

 

As normas devem respeitar as seguintes regras:

1. Os artigos podem ser escritos em português, inglês, espanhol e francês.

2. Têm que ser inéditos e não ter mais do que 20 páginas, com notas de rodapé incluídas. 

2. O formato da letra é Times New Roman, 12, justificado e com 1,5 de espaço.