A informação de que os periódicos constituíram desde cedo e por muito tempo uma das poucas fontes possíveis de publicação na África de Língua Portuguesa vem reforçar a importância de se atentar para o veículo original, apesar do não acesso aos números d’A Vanguarda em que se veiculou a narrativa. Dispomos apenas de sua segunda edição em livro, visto que a primeira2 também não nos foi acessível. Ao que parece, infelizmente, tanto um quanto o outro se perderam em meio ao confuso e sangrento contexto histórico de Angola.