Instituída por via da Resolução 55/93, a efeméride traz à luz uma reflexão séria sobre o quanto a cooperação internacional é imperativa para contornar o fenómeno da migração que se apresenta complexa e, quase sempre, melindrosa nas questões relativas à segurança e à paz.
A migração é motivada por diversos factores, resumidos na procura de melhores condições de vida, segurança, paz, trabalho e bem-estar.
Nos últimos oito anos, pelo menos 51 mil pessoas perderam a vida, e milhares desapareceram, enquanto tentavam chegar a países de destino. A migração irregular, ao lado de rotas cada vez mais perigosas, continua a causar um preço terrível às pessoas.
Até 2001, Angola contava com cinco milhões de deslocados internos, que constituíam 37% da população. Também tinha 450 mil refugiados acolhidos pelos países vizinhos, sobretudo a República Democrática do Congo (RDC) e 870.514 emigrantes, sendo a sua maioria estabelecidos em Portugal. Todos os emigrados não buscavam mais do que segurança, bem-estar, oportunidades económicas e trabalho.
Por causa do agravar da situação socioeconómica do país, o número de migrantes, sobretudo jovens, tem aumentado significativa nos últimos tempos. Essa realidade impele-nos para uma necessária mudança de paradigma.
O ISPSN solidariza-se com todos que deixaram a sua pátria em busca de melhores condições de vida. E apela aos Estados a empenharem-se, afincadamente, na criação de condições para a segurança e bem-estar das populações de modo a inibir a migração.
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